MANIFESTO (parte II)
Esta é a vertente social do blog e, tal como a primeira, não precisa de unanimidade para existir.
Pegamos nesta substância denegrida que é a ilusão e vamos fazer dela a nossa ferramenta de trabalho. Não para que nos sirva de bóia de salvação (damos alguma credibilidade aos seus detractores) mas quase como fasquia olímpica. E vamos acreditar nela com a ressalva de acreditarmos muito mais que será no caminho que nos leva ao seu encontro que encontraremos e daremos o melhor de nós próprios.
Vamos (e convidamos a) lançar esboços ao ar, para ver os que caem em pé e os que acabam por nos rachar a cabeça. Vamos projectar, idealizar, corrigir, sonhar, quebrar, exigir, exagerar, errar… reflectir. O resultado, só pode ser...
Pegamos nesta substância denegrida que é a ilusão e vamos fazer dela a nossa ferramenta de trabalho. Não para que nos sirva de bóia de salvação (damos alguma credibilidade aos seus detractores) mas quase como fasquia olímpica. E vamos acreditar nela com a ressalva de acreditarmos muito mais que será no caminho que nos leva ao seu encontro que encontraremos e daremos o melhor de nós próprios.
Vamos (e convidamos a) lançar esboços ao ar, para ver os que caem em pé e os que acabam por nos rachar a cabeça. Vamos projectar, idealizar, corrigir, sonhar, quebrar, exigir, exagerar, errar… reflectir. O resultado, só pode ser...

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